Teste de Paternidade (Teste de DNA)

Teste de Paternidade (DNA): Paulo Machado Advocacia tem o profissional capacitado para esse segmento. O teste de paternidade (DNA) é uma metodologia molecular utilizada para determinar se dois indivíduos possuem vínculo biológico ou não, comparando as sequências de DNA entre eles. Pode ser utilizado como prova legal para reivindicações de herança, direitos paternos, benefícios sociais e outras circunstâncias que necessitam de uma prova de parentesco.

Teste de Paternidade: Marcador genético

Um marcador genético é qualquer variação na sequência do DNA de um ser vivo que o diferencie de outro indivíduo – ou grupo de indivíduos – ou que permita a identificação de uma característica específica inerente a ele. Podem ser utilizados com diversas aplicabilidades, como a caracterização de doenças genéticas e novos medicamentos, e também para a identificação de indivíduos, com grande utilidade para a genética forense e testes de paternidade.

Teste de Paternidade: Metodologia

Todas as células do corpo de um indivíduo possuem a mesma informação genética. Desta forma, o DNA pode ser obtido de praticamente todas as fontes de tecido humano, sendo as mais frequentes para este tipo de teste o sangue e a mucosa oral.

Depois de feita a coleta do material biológico, é preciso extrair o DNA das células e quantificá-lo para saber se há quantidade suficiente para amplificação. Em seguida, inicia-se a amplificação por PCR (polimerase chainreaction) com oligonucleotídeos específicos que flanqueiem o STR.

Teste de Paternidade: Cálculos de paternidade

Para alcançar um resultado confiável, é necessário realizar uma análise estatística. O índice de paternidade (IP) resume a informação fornecida pelo exame. Nesse índice, é calculada a probabilidade do suposto pai ser o pai biológico da criança, contra a probabilidade de qualquer outro indivíduo ser o pai.

Para tal, considera-se que, em uma população em equilíbrio de Hardy-Weinberg, a probabilidade de que um homem qualquer transmita um alelo específico para a criança em questão é igual à frequência deste alelo na população.

Teste de paternidade com suposto pai falecido

Os testes de paternidade também podem ser realizados quando o suposto pai é falecido, neste caso, analisa-se o material genético de seus parentes próximos como pais, irmãos e outros filhos legítimos visando reconstruir o perfil genético do suposto pai.

Porém, este processo pode sofrer limitações por escassez de indivíduos para análise, ocasionada tanto por falecimento, por ausência no país ou ainda por estes não desejarem fazer o teste.

Caso não existam parentes próximos suficientes ou ainda se os testes com estes não obtiverem probabilidades aceitáveis de paternidade, torna-se necessário a exumação do corpo do suposto pai.

O material genético está presente em todas as células do nosso corpo, podendo ser extraído do sangue, sêmen, saliva, pelos, cabelos, pele, urina, secreções nasais e restos humanos.

Em indivíduos falecidos há poucos dias, pode-se extrair material dos bulbos capilares ou do sangue conseguido através da pulsão das veias ou do próprio coração. Se o falecimento ocorreu em menos de quatro semanas, o material pode ser extraído do músculo esquelético.

Se o tempo de falecimento for maior do que quatro semanas, o material analisado deve ser dos ossos (fêmur) ou dos dentes (molares e pré-molares), estes últimos são os melhores no caso de morte por fogo, pois a raiz dentária fica protegida pela estrutura do dente.

O escritório Paulo Machado Advocacia, tem o Advogado em Foz do Iguaçu que atua na área de Teste de Paternidade. Saiba mais sobre cada um dos segmentos:

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