Planos de saúde: mudanças com as novas regras de coparticipação e franquia

Planos de saúde: mudanças com as novas regras de coparticipação e franquia

Planos de saúde: mudanças com as novas regras de coparticipação e franquia

O que pode mudar com as novas regras?

Pacientes podem pagar até 40% no caso de planos de saúde com coparticipação; novas regras entram em vigor em dezembro de 2018 e valem somente para novos contratos, segundo a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS.

Plano de saúde com coparticipação

O cliente que optar pelo plano de saúde com coparticipação deverá pagar um valor à parte pela realização de um procedimento, no qual o percentual não poderá passar de 40% do valor.

Plano de saúde com franquia

O cliente que optar pelo plano de saúde com franquia deverá pagar uma mensalidade e terá direito a alguns procedimentos básicos, mas caso precise de outras consultas, exames ou cirurgias, tem de pagar até o valor da franquia contratada. Depois que usar toda a franquia, o plano de saúde é que tem de arcar com os gastos.

Como fica

Haverá um percentual máximo de 40% a ser cobrado por procedimentos no caso da coparticipação. E haverá ainda limites para o valor pago ao mês ou ano no caso de coparticipação e franquia (esses limites não serão aplicados a planos odontológicos):

  • Limite anual: o valor máximo a ser pago pelo cliente no período de um ano não pode ultrapassar o valor correspondente a 12 mensalidades;
  • Limite mensal: o valor máximo a ser pago pelo cliente a cada mês não pode ser superior ao valor da mensalidade devida pelo cliente.

Exemplo

Por exemplo, se o cliente paga R$ 200 (duzentos reais) de mensalidade, o limite mensal da coparticipação ou franquia não pode ultrapassar R$ 200. Com isso, o cliente irá pagar naquele mês o máximo de R$ 400. No caso do limite anual, o valor da coparticipação ou da franquia seria de R$ 2.400.

Procedimentos

No que se refere aos procedimentos que tem cobertura a cobrança da coparticipação e da franquia está proibida em mais de 250 procedimentos, entre eles consultas com médico generalista, exames preventivos e de pré-natal e tratamentos crônicos como câncer e hemodiálise. Fica proibida ainda a cobrança de coparticipação e franquia diferenciada por doença ou patologia, exceto na hipótese de internação psiquiátrica.

Fonte: Globo.com

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